Decreto assinado por presidente do Paraguai regulamenta mistura de combustíveis e busca atrair investimentos para o setor sucroalcooleiro do país
Assinada na última sexta-feira (1º), a regulamentação da Lei do Etanol no Paraguai impõe novas amarras à indústria de combustíveis para impulsionar a cadeia produtiva da cana-de-açúcar. O decreto, firmado pelo presidente Santiago Peña, estabelece que ao menos 50% do etanol utilizado na mistura com combustíveis fósseis no país deve ser obrigatoriamente proveniente da cana.
A medida serve como uma ferramenta de proteção ao mercado interno e de atração de capital para o setor sucroalcooleiro paraguaio. O objetivo central é oferecer previsibilidade aos produtores rurais, garantindo uma demanda contínua que justifique novos investimentos em industrialização e tecnologia de extração.
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Para o Brasil, líder global em biocombustíveis, o movimento paraguaio representa um cenário ambivalente. Por um lado, a consolidação de uma política sucroalcooleira robusta no vizinho fortalece o padrão de descarbonização do Mercosul, facilitando a circulação de veículos flex e abrindo portas para a exportação de tecnologia e maquinário industrial brasileiro. Por outro lado, a busca paraguaia pela autossuficiência tende a reduzir, no médio prazo, a dependência histórica das importações de etanol anidro do Brasil, exigindo que refinarias brasileiras busquem novos mercados.
A nova estrutura administrativa institui controles rigorosos de verificação de aquisição e um cronograma de fornecimento atrelado à matéria-prima utilizada. Empresas que não cumprirem as porcentagens de mistura obrigatória estarão sujeitas a sanções e normas administrativas severas. A implementação e a supervisão de toda a cadeia ficarão sob responsabilidade do Ministério da Indústria e Comércio, que atuará como órgão regulador para evitar fraudes na mistura.
Com essa regulamentação, o governo paraguaio espera não apenas reduzir a dependência de insumos importados, mas também agregar valor à produção agrícola nacional e fomentar a geração de empregos formais em áreas rurais.
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Que click bait Sem vergonha, até vocês? Tsc tsc..
Que manchete mal feita, induz o leitor ao erro! O percentual de 50% de etanol a ser adicionado à gasolina no Paraguai não é sobre o volume do combustível! A origem do etanol adicionado, que a notícia não informa, deve ser de cana de açúcar paraguaia!
Manchete enganosa, aliás MENTIROSA. Chega, cansei disdo hesse site fuleiro freio por leigos. Bloqueados
Marcando para não ver mais conteúdos do autopapo…
Clickbait pesado.
O Decreto diz que o etanol precisa ser 50% proveniente da cana de açúcar.
É FALSA a informação de que a gasolina do Paraguai usará 50% de etanol, que permanece em 25%.
Deveriam atualizar o quanto antes o titulo da matéria.
que artigozinho de baixa qualidade hein…
Faltou um detalhe importante: “..ao menos 50% do etanol utilizado na mistura com combustíveis fósseis no país deve ser obrigatoriamente proveniente da cana ->produzido no Paraguai <-"
Gasolina E50, ou etanol G50???
A partir daí já pode-se falar em etanol com mistura de gasolina…
Acho que um certo País que eu conheço, logo logo vai copiar essa ideia do Paraguai
Lá eles usam gasolina E30.
DILMOU
Matéria jornalística usando ambiguidade para ganhar clicks, tá complicado hein….
Poxa redação, sei que precisam puxar leitores para o site através da manchete mas ela tá errada. Não tem como alguém interpretar que é etanol com 50% de cana paraguaia misturado na gasolina ao invés de gasolina “E50”.
Essa reportagem “Dilmou” , 50% dos atuais 25%, sai 12,5%.