CFMOTO fez o básico! Trouxe poucas motos e já anuncia 2º lote
Nova janela de vendas se inicia no dia 30 de junho, mediante reserva do cliente interessado com sinal de R$ 2.000
Publicado em 29/06/2026 às 19h00
Há exatos 30 dias, a CFMOTO oficializou suas vendas de motos no Brasil com a abertura do seu primeiro lote de modelos. Amanhã, 30 de junho, a marca inicia a comercialização de um segundo lote, que aparentemente seguirá a mesma lógica do primeiro. Este ainda não contou com reclamações expressivas dos clientes sobre demora nas entregas e problemas relacionados. Embora haja leves críticas ao atendimento, que pode estar saturado pela alta demanda, parece que a nova chinesa iniciou sua trajetória no mercado nacional com o pé direito.
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Segundo portais como o Motor1 e o Jornal do Carro, entre 700 e 800 motos desembarcaram no país na primeira leva de modelos de duas rodas comercializados. Em 40 minutos, todas as unidades se esgotaram mediante a reserva dos primeiros clientes.
Segundo a própria CFMOTO, em resposta a questionamentos do AutoPapo, a partir do momento em que o cliente consegue finalizar a compra, um prazo de 30 a 60 dias é previsto para a entrega dos modelos. Embora o prazo para os primeiros clientes ainda esteja em andamento, relatos na internet já mostram a entrega dos primeiros pedidos.
Segundo lote da CFMOTO
Diante desse cenário, a marca sentiu-se preparada para anunciar um segundo lote de comercializações e, segundo ela, optou por seguir se aproximando do cliente com transparência e respeito.

A investida da marca mostra eficiência em fazer o simples. Por mais que não tenham sido muitos os modelos comercializados, as motos propostas prometem chegar aos clientes dentro do prazo, diferentemente do que muitas marcas recém-chegadas se propõem a fazer.
A Royal Enfield, em 2024, sofreu duras críticas de seus clientes quando trouxe a Super Meteor 650 para o Brasil. Na ocasião, o lote de 1.200 unidades foi encomendado em um período no qual apenas 650 eram pretendidas pela marca. Essa saturação nas vendas fez com que modelos prometidos para meados de agosto chegassem apenas em outubro. Após o ocorrido, a fabricante regularizou suas entregas e encerrou o transtorno com os clientes.
Trazer menos de 1.000 motos parece ter sido uma cautela interessante da fabricante, que tem sido uma das mais faladas do momento, uma vez que a medida possibilita que a operação funcione de forma mais tranquila.
O caminho parece estar correto
As reclamações atuais sobre as motos da fabricante concentram-se em frustrações de clientes na tentativa de comprar algum modelo sem êxito. Os grandes entraves que fazem um motociclista pensar duas vezes antes da aquisição, como demora na entrega, preços elevados de manutenção e defeitos, ainda podem aparecer. Como já afirmou o especialista Trinity Ronzella, a marca ainda precisa se provar.
Mesmo diante dessas possibilidades, a fabricante completa seus primeiros 30 dias de forma positiva, com entregas já divulgadas e uma expansão cautelosa de suas comercializações.
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