O ‘barbeiro’ que viajou a 60 km/h reclamando do carro

O defeito estava naquela pecinha atrás do volante de direção, um ser humano que não entendia absolutamente nada, nem de automóveis nem de como dirigi-los

Por Douglas Mendonça25/03/19 às 20h45

Acreditem, essa história é real e não foi contada por ninguém, pois eu mesmo a vi acontecer. Você já deve ter ouvido falar em muitas histórias de motoristas barbeiros, que já fizeram atrocidades transitando por esse Brasil de meu Deus.

Há aquele clássico caso da senhorinha que reclamava ao mecânico que seu Fusca falhava muito e não tinha força sequer para subir uma ladeira. Depois do mecânico passar uma semana mexendo no tal Fusca, tentando descobrir o defeito, depois de trocar tudo que era possível, a senhorinha partia com o carro e voltava no dia seguinte, reclamando do mesmo problema.

Desacorçoado, o mecânico se rendeu e pediu à senhorinha que fossem dar uma volta, com ela na direção do carro e ele como passageiro. Entraram no carro, ela funcionou o motor do Fusca para saírem e, no momento da partida, puxou o botão do afogador ao máximo e comentou com o mecânico: “aqui é um ótimo lugar para pendurar a minha bolsa!”.

Pronto, o defeito não era do carro e sim da senhorinha, que usava o afogador para pendurar a bolsa. Essa é uma história clássica de barbeiro.

Entre bons motoristas e barbeiros natos

Eu também tenho uma boa história de barbeiro para contar. À época, na segunda metade dos anos 80, findava a ditadura e o Brasil começava a receber seus primeiros ares de democracia após 21 anos sob o comando dos militares. Naquela época, eu trabalhava na maior revista automotiva do país e, entre uma das minhas funções, estava a de cuidar da frota de longa duração da própria revista.

Os carros, normalmente entre seis ou sete, eram comprados nas concessionárias e testados por 60 mil km pela própria redação, que depois os desmontava para mostrar aos seus leitores o desgaste desse período. Bem interessante. Nessa pequena frota, que ia se renovando a medida que os outros testes iam terminando, os carros eram utilizados para viagens e para o dia a dia da redação, de acordo com as necessidades.

Com uma redação numerosa – naquele tempo era de 35 a 40 pessoas – todos os carros eram utilizados por todos os integrantes da equipe. Alguns conheciam de carros e sabiam dirigir muito bem. Em compensação, existiam outros que não entendiam nada e eram barbeiros natos: mal sabiam manobrar os carros na garagem. Uma catástrofe!

Com o final da ditadura, alguns integrantes de esquerda vieram compor a equipe e não eram muito afeitos ao assunto carro. Na real, não entendiam nada! Um desses editores recém-contratados era um senhor de seus 45 ou 50 anos de idade, que voltou a respirar com o fim da ditadura militar e pôde retomar sua vida profissional de jornalista. No fim de semana, ele viajaria com a família para Campos do Jordão, uma cidade serrana a cerca de 180 km da capital paulista.

Ele me pediu um carro, vi suas necessidades e designei para ele um Opala com motor de quatro cilindros movido a etanol, que fazia parte de nossa pequena frota. Bancos dianteiros separados, com câmbio manual de cinco marchas, motor 151-S de 112 cv com bom torque desde as baixas rotações que, pensei, seria ótimo para uma viagem familiar se pegasse um pouco de serra.

Opala mais novo causou problemas ao motorista defasado

Ventarola?

O carro foi entregue ao tal jornalista e ele viajou no final de semana. Na segunda feira, quando veio me devolver o carro, documentos e a planilha de teste devidamente preenchida, perguntei se tudo correu bem e ele reclamou: “o carro é confortável, mas não desenvolve nada na estrada, não passando dos 60 km/h e quando eu forçava o acelerador até 70 km/h, o ruido do motor era ensurdecedor! Além disso, o carro não possui manivelas para abaixar os vidros das portas dianteiras e traseiras e para que o calor não castigasse minha família, viajei com as ventarolas abertas!”.

Na hora, pensei: “ventarolas? Manivelas para abaixar os vidros? De que planeta esse cara veio?”

Disse a ele, com toda calma do mundo: “vamos por partes, meu amigo. Antes de mais nada, o que são ventarolas? Outra coisa, não existem manivelas para abaixar os vidros porque eles são de acionamento elétrico, por meio de teclas em cada uma das portas. Além disso, se você quisesse e sentisse calor, poderia ter utilizado o ar-condicionado do veículo!”.

Ele me explicou que chamava de ventarola o que conhecemos como quebra-vento. Ele viajou com os vidros fechados e apenas os dois quebra-ventos abertos. Um absurdo! Ar-condicionado? Ele sequer sabia que o acessório existia para automóveis e muito menos que estava disponível naquele Opala que utilizara no fim de semana.

Veja também

 

Opala com três ou cinco marchas?

Finalmente, voltamos à questão do desempenho, que me preocupava muito em um carro de teste. Eu o questionei sob que condições o carro não passava dos 60 km/h, afinal de contas ele foi a Campos do Jordão e voltou, totalizando 360 km sem ultrapassar os 60 km/h. Uma vigem bem demorada.

Ele, com toda calma do mundo, explicou: “enquanto andei na cidade não passei da segunda marcha, quando peguei a estrada e o carro podia desenvolver, engatei a terceira que é a marcha de viagem, mas ele andava bem até 60 km/h e a partir daí o motor começava a gritar e não passava dessa velocidade!”.

Imediatamente eu o interrompi e perguntei: “você não utilizou a quarta e a quinta marcha?”.

Ele, surpreso, me respondeu com outra pergunta: “mas o Opala não tem só três marchas? Esse carro que estava andando tem quarta e quinta marcha? Como assim?”.

Nesse ponto, eu havia descoberto tudo. O problema não estava no carro, que estava perfeito em seu funcionamento. O defeito estava naquela pecinha atrás do volante de direção, um ser humano que não entendia absolutamente nada, nem de automóveis nem de como dirigi-los!

Defasado!

Depois, expliquei a ele que o carro tinha ar-condicionado, que o comando dos vidros era elétrico e que as tais ventarolas não precisavam ser abertas. E, o mais importante: que o Opala de três marchas existiam apenas no final dos anos 60 e início dos anos 70 e que na segunda metade dos anos 80, não existia mais. O cara ainda estava no inicio dos anos 70 e o Brasil já estava na segunda metade dos anos 80. O cara, além de barbeiro, estava mais de 15 anos defasado no tempo.

Ele ainda tentou argumentar que eu deveria ter dito a ele que o câmbio possuía cinco marchas, em que pese o fato que na própria manopla da alavanca de mudanças estar gravado a posição das 5 marchas. Bastava que ele olhasse para a alavanca e teria visto que além do 3, tinha mais o 4 e o 5. E eu não poderia imaginar que esse jornalista estivesse perdido há mais de 15 anos no passado.

Para que o teste da revista não fosse prejudicado, simplesmente desconsiderei a quilometragem e o combustível consumido nos dias em que o pobre Opala esteve à mercê desse motorista barbeiro.

Foto Chevrolet | Divulgação

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146 Comentários
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    CLEO FERNANDO FREIBERGER 27 de março de 2019

    Já ouvi muitas histórias.Como a do Corcel ll 78 que veio com cinco marchas.Um amigo do meu pai andou com o carro por anos achando que era quatro e quando foi vender o novo proprietário disse bah esse já é cinco marchas e o antigo proprietário como assim cinco marchas…

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    LEONARDO NUNES 27 de março de 2019

    Quando eu entro num carro novo eu mexo. Tudo que eu vejo que nao ira danificar o veiculo kkk

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    Alan 27 de março de 2019

    Muito boa matéria, o texto atrai a curiosidade e não deixa aquela sensação de que nunca vai acabar! Parabéns, me lembra muito as matérias do Paulo Campo Grande. Se a revista em questão for a tal que leva o nome dos biscoitos usados pra transferir o troque e cavalaria do motor ao solo, o senhor deve conhecer o Paulo!
    Simplesmente geniais!
    Parabéns!

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    Rosnei Rodrigues 27 de março de 2019

    Que dó desse Opala. Eu tive um modelo 1980 com câmbio de 3 marchas na coluna. Ao que me parece foram disponibilizados até 1981 como opcional.

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    Fernando Leoj 27 de março de 2019

    Hahaha… essa foi boa. Depois que ele ouviu que tinha ar cond., 5 marchas e vidro elétrico, deve ter pensado que estava ‘de volta para o futuro’
    Hahahah… boa história

    Abraço

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    Daniel 27 de março de 2019

    Meu, que história! Já ganhei meu dia com a animada que essa leitura me deu, obrigado!

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    Alexandre Silva Da Costa 27 de março de 2019

    Outro dia, estava na companhia de meu pai que estava dirigindo um Santana Quantum. Qua do o semáforo ficou vermelho, ele parou normal e aguardou até que o semáforo liberasse a passagem. Desde que do nada surge uma buzina se aproximando até a colisão na traseira do carro do meu pai. Se tratava de uma motorista que ao perceber que o carro do meu pai estava parado a sua frente esperando o sinal verde, decidiu buzinar para que ele saísse da frente dela, ao invés de também parar o carro. O pior foi ver a infeliz gritando, achando que estava na razão.

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    Joaquim 27 de março de 2019

    Fico me perguntando como um jornalista que não tem o mínimo de conhecimento de automóveis pode trabalhar em uma revista que avalia o desempenho dos veículos.

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    Teruo taneguti 26 de março de 2019

    Opala 151 s com 5 marchas kkkkkkkkkk por isso que essa revista não publica mais nada kkkkkkkkkkk

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    MARCELO NUNES 26 de março de 2019

    Estranhíssimo… O motor 151s jamais chegou a ter 112cv. Além disso qualquer opala de 5 marchas passa com folga de 100 km/h em terceira…

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    Ricardo Alvarez 26 de março de 2019

    Não serve nem como texto humorístico. Mesmo em segunda o Opala 151 5 marchas passa dos 60.e essa historinha de ” jornalista de esquerda que não sabe dirigir” mostra bem o viés ideológico do contador de lorotas que cometeu o texto. Douglas, onde que um Opala em terceira não passa de 60????

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    Leandro Hauschild 26 de março de 2019

    Meu Deus!fiquei com pena do opala,sabe se lá o que esse asno fez na estrada um risco para outros motoristas …de repente não usou nem os piscas

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    Emmanuele 26 de março de 2019

    Para os entendidos que estão criticando as irmãs por não deixarem os carros engatados, segue um artigo do Auto Esporte explicando como isso pode acabar prejudicando o carro e até eventualmente quebrando o câmbio.

    https://www.google.com/amp/s/revistaautoesporte.globo.com/amp/Oficina/noticia/2014/11/preciso-deixar-o-carro-engatado-quando-estaciono-o-carro.html

    https://www.google.com/amp/s/dinamicarpneus.com.br/estacionar-com-cambio-engatado-certo-errado/amp/

    Lembrando que o Código de Trânsito nada fala a respeito se deve ou não deixar engatado quando estacionado com freio de mão acionado.

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    Danilo 26 de março de 2019

    Rapaz essa desinformação não foi privilégio do Jornalista desenformado, a uns 4 anos atrás peguei uma carona com uma prima que tinha comprado um C3 0km, e só utilizava a terceira, pois na cidade do interior que ela trabalhava só precisava de 3 marchas mesmo; aos 60 km eu chorava por dentro vendo o sofrimento do carrokkkkkk

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    Antonio 26 de março de 2019

    Eu quando morava na roça, com meus 14 anos de idade, fui dirigir pela primeira vez um Toyota bandeirantes do meu tio. Liguei, fui onde tinha que ir e na ora de desligar eu voltava a chave e nada do motor apagar. Aí comecei a chamar meu pai pedindo como desligava o Bandeirantes, ele já não se aguentando de rir disse que era só esperar acabar o diesel que desligava. Nisso depois de eu fuçar tudo me deparei com o afogador, ai foi só empurrar que desligou.

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    Jeovando 26 de março de 2019

    Rapaz, sou apaixonado pelo Opala, foi nele que tive o prazer de aprender a dirigir aos meus onze anos e mesmo sem ter tamanho pra colocar o pé na embreagem ainda tive que aprender não só a dirigir como passar a marcha “no tempo” coisa que 95% das pessoas que vão tirar a habilitação nem faz ideia que isso um dia foi possível fazer

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    ANDERSON FLÁVIO COSTA DOS SANTOS 26 de março de 2019

    Meu avô andou 100km de terceira em um Polo 1.8, só notou que tava fazendo errado, depois que fez o trevo da cidade vizinha. Kkk

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    Jeovando 26 de março de 2019

    Rapaz, sou apaixonado pelo Opala, foi nele que tive o prazer de aprender a dirigir aos meus onze anos e mesmo sem ter tamanho pra colocar o pé na embreagem ainda tive que aprender não só a dirigir como passar a marcha “no tempo” coisa que 95% das pessoas que vão tirar a habilitação nem faz ideia que isso um dia foi possível

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    Luís Martins 26 de março de 2019

    Tive um amigo que comprou um Monza com 100 km e rodou por ONZE ANOS, viajou muito, foi até o Maranhão e um dia na oficina perguntou ao mecânico o que era uma peça que lhe chamou a atenção.
    O mecânico respondeu (é do ar condicionado), como assim ?
    Rodou por 11 anos e não sabia que o carro tinha ar condicionado

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    Jailson 26 de março de 2019

    Não acredito nessa história.

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    Venderei Menezes 26 de março de 2019

    Esse opala está para venda, o dá foto? Quanto custa?

    • Felipe Boutros
      Felipe Boutros 27 de março de 2019

      Olá, Venderei. A foto é apenas uma imagem da divulgação da Chevrolet.

      Obrigado e abraço.

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    Alessandro 26 de março de 2019

    Um puta carro na mão novinho na época disperdiçado e mal tratado!o cara só conhecia carro sem ar e com 3 marchas! é preciso se antenas e ter um certo conhecimento!carro e dirigir é uma paixão!mas foi engraçado essa história!

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    Inaldo 26 de março de 2019

    Gostei muito da história, poderia ser resumida mas ficou legal, gostei mais ainda dos comentários KKK

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    Ita 26 de março de 2019

    Conheci um engenheiro da Volks que foi trabalhar no Iraque na época dos Santanas e Passat que me contou o seguinte: um Iraquiano que até então só deveria ter “dirigido” camelos foi a concessionaria e comprou um passat, perguntou ao vendedor como faria para dirigir o carro até sua casa, depois das devidas explicações, ligou o carro engatou uma primeira e saiu feliz da vida, pegou a auto-estrada e a 30 por hora, sempre em primeira, 700 km depois chegou em sua casa todo feliz com seu sonho realizado ! Coitado do Passat !!!

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      Ita 26 de março de 2019

      Hoje não temos mais, nem Opala, nem Santana, nem Passat, nem empregos no Iraque, saudades desses tempos !!!

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      João 26 de março de 2019

      Se o cara tivesse tido a “sorte” de pegar um automático, teriam sofrido menos, ele e o carro !

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        Ita 26 de março de 2019

        Quanto aos empregos ? Deus é que sabe !!!

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      Ita 26 de março de 2019

      Quanto aos empregos ? Deus é que sabe !!!

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    Elias dias 26 de março de 2019

    Kkkk tem muitos ainda neste século kkk

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    Jessé 26 de março de 2019

    Que lixo de história

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      Ademildo Brasil Arraes 26 de março de 2019

      Voltando a questão do engatado ou não desengatado aprendemos que pra dar partida no carro vc desengata mais pra guardar tem que ser engatado por questão de segurança !

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    Jhoni Bravim 26 de março de 2019

    Difícil de acreditar nessa história entender a existência de tamanha burrice …

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    Junior Menezes 26 de março de 2019

    Legal o texto, acredito que possa acontecer também nos dias de hoje com a tecnologia que já vem embarcada nos carros, e muitas das vezes os proprietários não prestam a devida atenção na entrega técnica dos carros novos e manual, bem como entregas técnicas insatisfatórias pelos concessionários., se for seminovo então nem se fala raramente explicam as principais funcionalidades dos carros. Um exemplo é o Start Stop dos carros que para funcionar tem que seguir uma série de eventos e situações que nem sempre acontecem ao mesmo tempo, daí os donos já acham que o carro esta com defeito.

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    Barcelos 26 de março de 2019

    Opala 151/S de 112 cv?? Viajou também o autor da matéria…

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    Adenilson Prando 26 de março de 2019

    Meu caro….com todo respeito….o erro foi somente seu…como vc passa um carro pra teste drive e não faz uma explicação sobre os itens do carro???

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      Orlando 26 de março de 2019

      EXATAMENTE!

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        Armando Confusao 26 de março de 2019

        *. Vou emprestar o carro e preciso falar que acelera no pedal da direita?!

        *EDITADO

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    Orlando 26 de março de 2019

    Só tenho uma coisa a dizer sobre esse motorista: tadinhooooo meu, olha só os efeitos que esse regime teve na vida das pessoas! Isso me lembra muito de como hoje ainda muitos senhores japoneses se tornaram acumuladores simplesmente pq na guerra do Japão eles passavam fome, então o trauma os fez aprenderem a guardar TUDO que conseguiam.

    Cara que dó, por isso eu odeio guerras, só servem pra encher o bolso de gente rica com desculpa de mudança e terrorismo, no final quem sofre é o povo de ambos os países, pois os machucados não são só físicos, mas mentais.

    Tadinho imagina como não era a casa dele? Deveria ser tudo na manivela ainda…

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    Manutec 26 de março de 2019

    Caramba um opala desse é uma verdadeira maquina de corrida e esse burro nem sabe dirigir
    Vai ser burro lá na caixa prego

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    Manutec 26 de março de 2019

    Caramba que motorista burro da zero pra ele

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    Marcelo 26 de março de 2019

    Excelente reportagem, parabéns.

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    Juliano Colmanetti 26 de março de 2019

    Ventarola? Hahahahaha Boas risadas aqui com este causo.

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    Alexandre 26 de março de 2019

    O cara e barbeiro 2 vezes kkkk, o meu 250S 83 dava 90 km/h em segunda marcha. E hoje esta pior ainda, essa geração ai nem trocar pneu sabe, ferve carro pq não coloca água, óleo então nem sabe o que é, nunca lixou um platinado, nunca colocou pano unido em bobina, não tem a mínima noção de mecânica.

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    Alex 26 de março de 2019

    Que reportagem de bosta!!! Certeza que você é jornalista????

    • Felipe Boutros
      Felipe Boutros 26 de março de 2019

      Olá, Alex. Se você gosta de carros e acompanha publicações sobre o assunto, com certeza leu algum texto do Douglas Mendonça. Ele é um dos mais renomados jornalistas do setor, com décadas de experiência.
      Abraço!

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    ADRIANO SOARES ARANEGA 26 de março de 2019

    Acho que cabe o velho ensinamento aqui. Quem não se prepara, estuda, sofre muito mais.
    Se tivesse dedicado poucos minutos, teria tido uma viagem maravilhosa.
    Imaginem que ainda teve a volta… É muita touperice…

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    Marcelo 26 de março de 2019

    Muito boa a história do muito com ela e muito mais com os comentários kkkkkkk

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    MARCELO CONTE 26 de março de 2019

    Dpugla, bem legal a história. Quantos dessas situações não devem ter acontecido e acontecem ainda por esse Brasil afora.

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    Joao 26 de março de 2019

    O critério de contratação da quatro rodas era excelente ein! O cara não sabia nada de vários mas se tornou editor da revista.

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    Kareka 26 de março de 2019

    Isso é puro sangue! Andar 700 km p mais só 3 credo. Existe uma importantetissima no carro.
    Motorista.

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    Fabio de Camargo 26 de março de 2019

    Lembro de minha mãe quando comprou seu primeiro carro, um Fusca. Não aguentei e soltei a frase: “-Måe, sabia que Ferdinand Porsche, quando fez o Fusca em 1929, colocou quatro marchas?” Rimos muito, mas minha mãe entendeu que era para passar a marcha e não decolar um helicóptero.

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    Tarcisio 26 de março de 2019

    Sem palavras…
    Coitado do opala…

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    Ed Barbosa 26 de março de 2019

    Ai,aí Sr Douglas, todo mundo tem que se atualizar né?

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    Vinny 26 de março de 2019

    Haha, pois é, tem muita gente sem noção sempre no mundo. Seja alguém supostamente incapaz de desvendar um câmbio, ou outro que acha que posição política tem alguma coisa a ver com isso.

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    Ney Gonçalves 26 de março de 2019

    Lembrei de meu sogro que só comprou o primeiro carro na década de 90 quando já tinha mais de 50 anos. Tirou a CNH mas não sabia dirigir direito, por cerca de 1 mês andava com o Saveiro só até a segunda marcha pois não conseguia passar as demais. O motor aquecia tanto que chegava a fumaçar.

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    Patrícia Araújo Vidal 26 de março de 2019

    Amei a história

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    Edson 26 de março de 2019

    Aquele motorista do opala deve estar rindo da sua ignorância desde do descobrimento da tecnologia de então….kkkkkk.

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    Ricardo Luiz 26 de março de 2019

    Pelo amor de Deus,é falta do camarada aliás perguntar a respeito,será que ele sequer imaginara que os anos passaram e que os carros evoluíram muito? *
    *EDITADO

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    Wagner 26 de março de 2019

    Retificando: “mautoristas”. Obrigado! Grande abraço a todos!

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    Irapuã Pires 26 de março de 2019

    Conta! Conta! Quem foi esse retardad…, digo, essa pessoa?
    Foi o Zé Simão? Rárárárárá!

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    Wagner 26 de março de 2019

    Quanto ao fato de “engatar” o veículo ao estacionar, é de grande valia rever os conceitos, mito ou verdade, pois alguns engenheiros, depois de muita pesquisa, resolveram instalar um item denominado freio de mão que, apesar de não servir para pendurar bolsa, tem sua utilidade (a cx de câmbio agradece), assim como outro item, denominado seta, pouco utilizada por alguns “maltoristas”. Abraço.

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    Carlos Adalberto 26 de março de 2019

    É verdade! Eu também já presenciei histórias assim. Motorista roda dura!

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    Pedro José Prado Santiago 26 de março de 2019

    É inacreditável o relato deste fato,uma pessoa que não é um qualquer, ser tão inicipiente

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    WAGNER 26 de março de 2019

    Lembro de uma história contada pelo mecânico que revisava meu carro. Uma certa vez ele foi solicitado por uma cliente, pois seu veículo havia parado de repente, o painel acendeu como árvore de natal e não pegava por nada. Chegando ao local ele verificou que não havia óleo no motor, vareta seca, e que tbm não tinha água no sistema de arrefecimento. Perguntada se a senhora não costumava verificar o nível de óleo e de completar a água do radiador, recebeu a seguinte resposta: “E precisa?”. Sem comentários.

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    Dagoberto 26 de março de 2019

    Pior foi um amigo que saiu do interior paulista por volta das 05hr rumo a capital, chegando em São Paulo já ao anoitecer, reclamava dos faróis do carro que eram uma porcaria e muito fracos, ao chegar em casa e ir tomar banho, já no chuveiro notou que estava usando óculos escuros.

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    Kedes 26 de março de 2019

    O inverso já aconteceu comigo. Tive, até quase recentemente, um Opala ano/modelo 1971, com motor 3.800 cc e três marchas na coluna. Deixei o carro num estacionamento com as chaves à pedido do manobrista. Quando voltei, o carro estava no mesmo lugar. Ninguém sabia dirigir aquele carro com câmbio “esquisito”. Barbeiros, existem também entre os que simplesmente não sabem dirigir um carro que não seja moderno.

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    Marco Cabral 26 de março de 2019

    Que jumento! Coitada da familia desse barbeiro! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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      Orlando 26 de março de 2019

      Coitada da sua família pq pelo jeito pra vc é normal xingar pessoas. Imagino como sua família é tratada quando comete algum erro. Péssima educação o senhor tem a dar.

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    Carioca 26 de março de 2019

    Boa tarde, favor não chamar motorista de barbeiro que não sabe dirigir,o barbeiro faz barba,corta cabelo e na maioria das vezes dirige muito bem, obrigado

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    Tulio 26 de março de 2019

    Claro, que informar alguém das novidades de um carro alugado nao é necessário, claro que surpreender o cliente não conta, e colocar a culpa noncliente de sua ignorancia é facil… Novidade meu caro a culpa é toda sua….

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      Orlando 26 de março de 2019

      Verdade. Fiquei foi com pena do senhor. É preciso empatia em algumas pessoas pra perceberem esse tipo de coisa, parabéns por perceber.

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    Galcius 26 de março de 2019

    O triste disto é que mesmo sendo história ou remeter a uma parabula, temos profissionais digitais e não digitais que possuem o mesmo nível de conhecimento deste personagem e estão por aí, mundo a fora falando barbáries, distorcendo fatos e elavancando suas visões, parceiros e etc.

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    John Andrade 26 de março de 2019

    O cara só queria o caro para viajar. Nem. Se o intuito fosse fazer testes tinha pesquisado mais sobre o carro. E ainda se intitulava jornalista.

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    Anderson 26 de março de 2019

    Legal um história divertida e além disso relembro um dos maiores clássicos automotivo que já tive o prazer de possuir ( opala)

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    Marcelo Pereira Maceira 26 de março de 2019

    Só faltou falar o nome do cidadão em questão!

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    Leonardo C. da Silva 26 de março de 2019

    Meu Deus…esse não é barbeiro mas um total tapado e*…em toda essa história só sinto pena do opala e da família dele…

    *EDITADO

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    Everson 26 de março de 2019

    Texto muito bom! Os que não gostaram foi pq se ofenderam…kkk
    Ótima História!!!
    E pra quem não entende aí, é mais um barbeiro no trânsito do Brasil, porque existem fuscas com afogador até hj po..

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      Ricardo Teixeira 26 de março de 2019

      Só não entendi qual a relacao entre o cara ser de esquerda e direita se ele nao sabia nada de carros. E coitado do opala…esse foi guerreiro.

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        Garage Sale 26 de março de 2019

        Creio que a simples menção dos fatos políticos foi para situar o ocorrido em determinada época!
        De repente não tenha nada a ver com o incidente, ou particularmente (vai saber!) pode ter!

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        Garage Sale 26 de março de 2019

        Belo causo! Divertido, mas coisas assim dão até vontade de chorar!
        Aonde moro, de uns tempos para cá, várias ocorrências de motoristas que chocam seus veículos nas mais diversas circunstâncias, sobre a alegação que se equivocadamente e pisaram no acelerador ao invés do freio!
        A primeira vez que ouvi isso achei um absurdo: ” essa pessoa não tem a mínima noção de como dirigir! Isso não é motorista nem aqui nem em lugar nenhum”.
        E que não venham defender um anencéfalo desse e nem tentar justificar tal ato!!

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        Garage Sale 26 de março de 2019

        Belo causo! Divertido, mas coisas assim dão até vontade de chorar!
        Aonde moro, de uns tempos para cá, várias ocorrências de motoristas que chocam seus veículos nas mais diversas circunstâncias, sobre a alegação que se equivocaram e pisaram no acelerador ao invés do freio!
        A primeira vez que ouvi isso achei um absurdo: ” essa pessoa não tem a mínima noção de como dirigir! Isso não é motorista nem aqui nem em lugar nenhum”.
        E que não venham defender um anencéfalo desse e nem tentar justificar tal ato!!

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    Everson 26 de março de 2019

    Texto muito bom! Os que não gostaram foi pq se ofenderam…kkk
    Ótima História!!!
    E pra quem não entende aí, é mais um barbeiro no trânsito do Brasil, porque existem fuscas com afogador até hj po..kkk

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      Garage Sale 26 de março de 2019

      Concordo em gênero, número e grau.
      Fiquei admirado com os comentários reclamando do texto (!!). Gostaria até de mais casos como este que causam curiosidade e espanto, nos fazendo rir, para não chorar!

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    Lucas 26 de março de 2019

    Conheço uma pessoa, que sempre foi metida a saber de tudo, que trocou de carro e passou mais de um ano andando a noite somente com as luzes de posição, pois achava que estava ligando o farol baixo. Outra que após 5 anos com o mesmo carro, descobriu que os botões no volante controlavam o volume do som.

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    Diego Juan Bérgamo 26 de março de 2019

    Realmente, ainda existem pessoas que reclamam de carros, mas nem sabem como eles funcionam. Eu, como entusiasta de carros, vi muita gente judiando deles. Até dói o coração quando esticam uma marcha demais ou não sabem utilizar tudo aquilo que um automóvel pode oferecer.

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    Daniel 26 de março de 2019

    Meu tio viajou aqui de Suzano ate mato grosso sul a 60 km por hora pior meu pai estava em outro Santana 2000 . Ele disse que de corresse o Fusca fervia

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    Rubiran 26 de março de 2019

    Achei seu texto um lixo, fantasioso e tendencioso.

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      Jose Tadeu Arceno 26 de março de 2019

      Otimo comentario, chega ser vergonhosa a tendencia.

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      Victor 26 de março de 2019

      Concordo, o autor foi extremamente tendencioso em seu texto… Tornou uma história interessante em um texto chulo.

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    Maicon 26 de março de 2019

    Acho essa história não é real nunca vi fusca com afugador pois motor fusca foi criado época da guerra onde esse motor fucionase em vários tipos de clima

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      BRUNO 26 de março de 2019

      com afugador eu não sei se teve mesmo, mas com afogador é normal, tive 3 fuscas e os 3 tinham afogador.

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      MARCELO HENRIQUE DE OLIVEIRA 27 de março de 2019

      Tem afogador sim, o que aconteceu e que nos últimos fiscas dos anos 80 tinha o tal do afogador automático que já vinha quebrado de fábrica.

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    Rudmar Mendes 26 de março de 2019

    Quando eu pego um carro estranho, eu analiso tudo antes de andar com o carro, mas tem muito motorista por ai que não sabe que o carro tem por ex. Regulagem da altura do facho do farol, rebatimento dos retrovisores, colocar o pé no pedal da embreagem para ligar o carro.

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    Jhony 26 de março de 2019

    Não está fácil viver nos dias de hoje. Cada opinião esdrúxula! Se apegam a cada coisa, realmente tem que ter paciência viu. Parabéns amigo, gostei da sua história, prestei atenção no que me importa. Mas enfim, cada um com suas respectivas opiniões, devemos respeitar né. Agora não me interessa sua opinião política, sua opinião sobre a ditadura, o que me importou nesta história foi o Opala e seu amigo barbeiro.

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    Augusto 26 de março de 2019

    Parabéns ao grande opala por ter aquentado firme essa km de 60 na mão de um *, não barbeiro.kkkkkkkk deveria ter sido demitido , como um cara desse conseguiu se jornalista?

    *EDITADO

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    Wagner Santos 26 de março de 2019

    Ótima matéria, além do “causo” trouxe também o contexto histórico da época SEM PENDER PARA QUALQUER LADO, APENAS RELATANDO O QUE DE FATO OCORREU, VAO APRENDER A LER E INTERPRETAR UM TEXTO PELO AMOR DE DEUS!

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    Diogo Soccol 26 de março de 2019

    Kkkķkk
    Tem uma história parecida com um camioneiro, que em 98 pegou um scania 124 novinho em folha, e o mesmo era equipado com regulagem de altura e profundidade da coluna de direção, e aquele experiente motorista pegou o caminhão com o volante totalmente erguido na concessionária scania em campo grande, e assim ele engatou o reboque, carregou e viajou até Paranaguá, já cansado da má postura, no seu retorno, passou na concessionária para reclamar da posição de dirigir kkkkk segundo as palavras do mesmo, hoje já aposentado, o mecânico chorava bicas de tanto rir e depois explicou como funcionava a regulagem

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      Evandro Cardoso 28 de março de 2019

      Coitado do caminhoneiro, hahahahaha!
      Mas a história é boa.

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    L. 26 de março de 2019

    Devia ter emprestado um veículo Lada pra ele.
    Aquele soviético que era um terror de ruim.

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      Marcus 26 de março de 2019

      Tô tanto que quase tive um infarto! O lada foi o satanás que fez! Kkkk

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      Eduardo 26 de março de 2019

      Eu vi um lada Laika esses dias, eu rachei o bico, o carro era todo colado adesivos da KGB, o dono ficou me olhando com uma cara feia, quase falei pra ele ir passear em algum gulag.

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    Carlos Santos 26 de março de 2019

    Dá a impressão que o cara estava exilado. Mas mesmo assim o lugar que ele estava dificilmente teria parado no tempo. Era um cara que não entendia nada de carros trabalhando numa revista especializada em carros! Perfeito!

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    Roberto 26 de março de 2019

    E tem os barbeiros no jornalismo. Que texto mais sem noção.

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      Humberto Bertoldo Da Silva 26 de março de 2019

      E pra que continuou lendo o texto?

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      Igor 26 de março de 2019

      E quem vê pensa que você entende alguma coisa….

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    Edgard 26 de março de 2019

    Muito interessante, o coitado do motorista era um inocente do início da decada de setenta perto de um carro com tecnologia mais avançada dos anos 80, parabéns.

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    Valdilene 26 de março de 2019

    Isso parece piada, mas esse jornalista tem nome? kkkkk

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    Noblat 26 de março de 2019

    A historinha é não é ruim, se tornar chata devido ao excesso de floreio.

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      Alex 26 de março de 2019

      Também acho,deveria ir diréto ao ponto!

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      Orlando 26 de março de 2019

      Fica quieto você nem escrever sabe se fosse você ficaria uma droga. A história dele foi ótima.

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    Marcos 26 de março de 2019

    Tinha que ter dado um jegue pra esse * ir viajar.só sinto pena da família e do opalão😎😎😎

    *EDITADO

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    Sandro d'Ávila 26 de março de 2019

    Meu Jesus! Que dó do Opala!!
    Mas não ache o Sr. que isso foi uma proeza apenas deste cidadão não. Hoje em dia ainda há “motoristas” assim. Vejo isso diariamente, pessoas que não conhecem o próprio carro, quem dirá um emprestado!

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      Marcio Barbosa Alves 26 de março de 2019

      Acho que opala com 5 marchas só modelos de 92, posso estar enganado

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        João Paulo Lopes 26 de março de 2019

        Sim, está enganado. 6 cilindros em 1992, o 4 cilindros desde início da década de 1980

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        Paulo 26 de março de 2019

        No 6 cilindros sim, mas os de 4 cilindros tinham 5 marchas como opcional desde 1983.

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    Rangel Gomes 26 de março de 2019

    Me lembrei de minha irmã…Certo dia, no início da década de 90, recém habilitada, deu partida na Brasília de nosso pai, que arrancou quase se chocando no muro da garagem…questionei o que havia acontecido…e a resposta foi que na auto escola os carros ficavam desengatados. Naquele dia vi que ela não teria futuro no volante…acertei.

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      João Henrique 26 de março de 2019

      Se você e seu pai deixam o carro engatado quando está parado, então são vocês que não tem futuro na direção de veículos. Desculpe-me, mas não se deixa carro engatado.

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        Renée 26 de março de 2019

        Você que não entende nada de carro joão

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        Irapuã Pires 26 de março de 2019

        Vc é humorista?

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        Irapuã Pires 26 de março de 2019

        Conta! Conta! Quem foi esse retardad…, digo, essa pessoa?
        Foi o Zé Simão? Rárárárárá!

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        Fravio 26 de março de 2019

        Kkkkkk sério isso, o cara tá falando que não pode deixar o carro engatado, esse entende. Cara não precisa nem ser inteligente pra saber que é melhor deixar o carro engatado até pela segurança do veículo, isso você acha em qualquer manual do carro (acho que vc nunca nem leu um), e isso aprende nos primeiros dias da auto-escola (se é que você fez)

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        Paiva 26 de março de 2019

        Achei que o barbeiro foi o autor do texto e de quem entregou o carro sem passar as instruções básicas e necessárias. Deveria sim, explicar ao motorista os detalhes do carro. Quando compramos um carro Zero Km recebemos um manual de instruções e a principal recomendação é: antes de usar o veículo leia as instruções.

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        Thais 27 de março de 2019

        Só se for auto escola dos anos passados , acabei de tirar minha habilitação e quando vamos estacionar até mesmo no teste, temos que por no neutro e puxar freio de mão .

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        Luiz Fernando Bertoloni 27 de março de 2019

        Carro engatado? Boa idéia vou avisar a montadora que não precisa gastar dinheiro com o freio de estacionamento.

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        Aurimar 26 de março de 2019

        Inteligente você carro se estaciona engatado sim , e a obrigação de fazer a verificação é de quem vai usar

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        Igor 26 de março de 2019

        Não engate o carro não..Ai depois você pega ele ladeira abaixo..comédia kkkk esse ai sabe nem onde está!!

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        FERNANDO LIMA 26 de março de 2019

        Cara você aprendeu a dirigir aonde? Se pegar um carro mais novo da Ford, nem vai conseguir ligar, pois só liga se pisar na embreagem.

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        Orlando 26 de março de 2019

        Engraçado eu também sempre guardo o carro desengatado com freio de mão puxado, não sei onde esse pessoal que está falando que tem que guardar o carro engatado tirou carteira… Sei lá posso estar enganado mas aprendi assim.

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        MESSIAS SILVA DOS SANTOS 26 de março de 2019

        * João kkkk. Claro que tem que deixar engatado o carro quando estiver estacionado.
        Vc não tirou habilitação, pelo jeito comprou kkķk

        *EDITADO

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        Leonardo 27 de março de 2019

        Aonde não pode deixar o carro engatado doido vc está vivendo em que mundo?? kkkkk
        Daqui a pouco vai estar dizendo que nem precisa usar o freio de mão kkkk
        Só lamentos

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      Rosane 26 de março de 2019

      😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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      Luiz mariano 26 de março de 2019

      Kkkkk… minha irmã fez o mesmo com um fiesta 2001, início de habilitação e culpou meu cunhado por deixar engatado. Detalhe, estava ma garagem e pelo desenho da garagem, ela conseguiu quebrar o parabrisa original do carro. Kkkkkkkkkkk

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      Vinicius Aulicino 27 de março de 2019

      Na verdade, de acordo com o fabricante, deixar o carro engatado, não só é desnecessário, como pode causar um desgaste desnecessário na transmissão, teoricamente o freio de mão deve ser capaz de manter o carro no lugar, entretanto, a não que você tenha 100% de confiança nos freios, é sempre bom manter o carro engatado em uma subida apenas como uma redundância, e a diminuição da vida útil da transmissão é mínima.

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    Sérgio Smil 26 de março de 2019

    Vai escrever mal assim no Estadão,vc é barbeiro nas letrsd

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      Don 26 de março de 2019

      Igual a você.

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      Silvio 26 de março de 2019

      Barbeiro em quê?

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      Marcelo 26 de março de 2019

      Ah cara, vai plantar batata pra colher mandioca! Sempre tem um mimimi pra não enxergar o proprio céu! Vai escrever direito ti também! Chato!

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      Rodrigo 26 de março de 2019

      Matéria perfeita!!!! Excelente escritor, o senhor que não sabe escrever. Olha seu post. Lamentável.

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      Leo 26 de março de 2019

      Mas a matéria tá ótima :/

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      Caçachato 27 de março de 2019

      Falou o escritor.

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    Gustavo Viana 26 de março de 2019

    Meu deus que história, amo histórias de carro… 😍, Lembrei-me do meu falecido pai.

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    Douglas 26 de março de 2019

    Vale muito a pena a leitura, matéria muito bem escrita, parabéns.

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    Marcos 26 de março de 2019

    Caramba, que falta de atenção…
    O cara fez uma grande proeza hahahah

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    Carlos 26 de março de 2019

    A história do afogador do Fusca é real. Meu Pai foi mecânico e foi “vitima” de uma Senhora idêntica (se não for a mesma!).

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    Bruno Evandro Silva 26 de março de 2019

    Kkkkkk esse cara além de barbeiro e burro o cara nem explorou o carro pra descobrir os acessórios.

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