Tecnologia utilizada nos modelos que têm chave presencial continua contantemente ativa com a proximidade e pode gastar muita energia da bateria
Você já ouviu motoristas reclamando que as baterias dos carros mais atuais não estão durando nada, ou tem a vida útil bem menor do que antigamente? Pois é, a culpa pode muito bem não ser das montadoras ou das novas tecnologias, mas sim da chave presencial e do esquecimento dos condutores.
Muitos proprietários acreditam que, por estarem em um ambiente seguro como uma garagem fechada e por comodidade, não há necessidade de travar o veículo, por isso acabam deixando a chave presencial próxima ao seu automóvel. No entanto, esse hábito aparentemente inofensivo é um golpe certeiro contra a duração da bateria, podendo causar falhas inesperadas na hora de dar a partida.
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Quando o veículo não é devidamente trancado, pois a chave presencial está próxima, há um consumo excessivo de energia. Isso acontece porque o sistema opera através de uma “conversa” constante via radiofrequência entre a chave e as antenas do automóvel.
Dessa forma, se a chave for guardada muito próxima ao veículo (como em uma bancada ao lado da garagem, no pneu do carro ou no para-brisa), essa comunicação não cessa.
Esse diálogo ininterrupto gera um desgaste duplo:
O carro nunca ‘descansa’, está sempre pronto pra funcionar com os sistemas ativando e desativando o tempo todo. E quem sofre com isso é a bateria, por isso ela vai ter uma vida útil muito menor.
Como preservar a bateria e a chave presencial
Para garantir que a bateria dure mais, siga estas orientações:
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