Ultrapassado, Golf GTE é lançado no Brasil por R$ 200 mil

Híbrido plug-in tem autonomia de 50 km e conta com dois motores: um 1.4 TSI de 150 cv a combustão e outro elétrico de 75 kW e 102cv

Por AutoPapo 04/11/19 às 16h51

Primeiro veículo da ofensiva elétrica da Volkswagen na região da América Latina, o Golf GTE chega ao mercado brasileiro com preço definido em R$ 199.990. Híbrido plug-in tem capacidade para rodar 50 km no modo totalmente elétrico.

Para percorrer a quilometragem, é preciso desembolsar apenas R$ 5, de acordo com o preço estimado da energia na região Sudeste.

O Golf GTE estará disponível em três concessionárias da marca, em regiões estratégicas: Brasília, São Paulo e Curitiba. Mas a versão disponível é a da sétima geração, ultrapassada, que dará lugar para a próxima em 2020 no exterior.

Dentro do segmento de hatches médios híbridos, o Golf é o único com tecnologia plug-in, que permite o carregamento em tomada convencional de 220V ou em aparelhos wallbox de 3,6 kW ou mais.

Além disso, o GTE traz itens como Controle Adaptativo de Cruzeiro (ACC), painel de instrumentos totalmente digital e sistema de infotenimento com tela sensível ao toque de 9,2 polegadas e controle por gestos.

Motorização do Golf GTE

O Golf GTE tem dois motores: um a combustão de 1,4l TSI com 150 cv e um motor elétrico de 75 kW (102cv). Combinados, os propulsores oferecem potência de 150 kW (204 cv). Se o motor elétrico for a única fonte de força de propulsão, o Golf GTE pode atingir velocidades de até 130 km/h.

O torque máximo do hatch é de 35,7 kgfm. Quando toda a potência combinada do sistema é utilizada, o GTE vai de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, atingindo velocidade máxima de 222 km/h.

Sua autonomia total, incluindo o motor elétrico e o motor a gasolina, ultrapassa 900 km.

Modos de funcionamento do Volkswagen

  • Modo elétrico

Basta acionar um botão ao lado do câmbio para entrar no “e-mode”. Nessa condição, apenas o motor elétrico de 75 kW (102 cv) e 330 Nm (33,6 kgfm) é utilizado, o que torna o Golf GTE um veículo totalmente livre de emissões.

  • Modo híbrido

Ao selecionar esse modo, a tecnologia do GTE escolhe qual é o sistema mais eficiente para cada situação de uso do veículo. Se o carro estiver em uma condição em que o motor elétrico for mais eficiente, apenas esse sistema será utilizado. Se há uma situação em que é necessário potência adicional, o motor 1.4 TSI será acionado automaticamente. O modo híbrido possui a função de utilizar a carga da bateria ou mantê-la.

  • Modo recarga

Nessa situação, apenas o motor 1.4 TSI de 110 kW (150 cv) e 250 Nm (25,5 kgfm) movimentará o veículo. E mais: além de mandar energia para as rodas, o propulsor fornecerá carga para a bateria do Golf GTE.

  • GTE

Nesse modo do Golf GTE, o motor do 1.4 TSI e o motor elétrico trabalham juntos para transformar o veículo em um esportivo nato. Suas potências são combinadas e o motorista tem 204 cv e 35,7 kgfm à disposição.

Além do Golf GTE, Volkswagen promete cinco elétricos

A Volkswagen tem uma estratégia robusta para a eletrificação na Região América Latina: serão seis carros elétricos e híbridos até 2023. O Golf GTE é o primeiro dessa ofensiva e o 14º lançamento dos 20 previstos até 2020 dentro da estratégia da Nova Volkswagen. É o primeiro híbrido da história da marca no Brasil.

Fotos Volkswagen | Divulgação

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2 Comentários
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    Claudio 4 de novembro de 2019

    Esta VW é uma anta mesmo, primeiro tira o excelente Golf de linha no Brasil e agora traz este presente de grego defasado que já esta em nova geração na Europa.

    Não sei se dou risada ou se choro.

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    André Casarin 4 de novembro de 2019

    Opa, já tracei minha estratégia de compra aqui: primeiro vou vender meu rim pra poder comprar essa belezûra que custa 2X mais que em País sério, depois vou pagar 3X no preço do seguro (pq aqui híbrido não será pra melhorar o carro e sim pra cobrar mais, no “se colar, colou”), depois vou pagar 4X no reparo (já que um “bençuado” motoqueiro do ifood “chapou” em mim), depois outro reparo (um “querido” camionêro me fechou na estrada), depois outra (um “gênio” camionetêro fazendêro a 200 km/h socou na traseira, alegando o buraco na pista). Esse BR não é pra amador não! Vem um Alemão e dirige aqui pra ver!

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