Novos motores turbo e câmbio CVT são confirmados pela FCA

Em entrevista, presidente da fabricante, Antonio Filosa, confirmou que os novos motores GSE 1.0 e 1.3 turbo flex serão combinados com transmissão CVT

Por AutoPapo 26/08/19 às 11h05

Em entrevista ao jornalista Marcelo Ramos, o presidente da Fiat-Chrysler (FCA), Antonio Filosa, confirmou os novos motores GSE 1.0 e 1.3 turbo flex e o uso da transmissão do tipo continuamente variável (CVT) para os novos modelos Fiat e Jeep.

O conjunto mecânico inédito fará sua estreia no último trimestre de 2020 e será utilizado nos utilitários-esportivos que chegam ao Brasil a partir de 2021.

​Durante a conversa, Filosa também garantiu que o Fiat Fastback terá um design bem próximo ao conceito apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2018. Confira imagens do modelo:

Outra afirmação do executivo foi de que serão apresentados dois SUVs de portes distintos no país. O maior deles será o Fastback e o menor – deixou subentendido – será um jipinho compacto oferecido mais cedo ao mercado.

Por que tanto tempo para lançar motores turbo e câmbio CVT?

Depois de anunciar os novos motores turbo e o câmbio CVT, Antonio Filosa justificou a demora para o lançamento de mais SUVs no país. Segundo o presidente da FCA, primeiro a marca precisava concluir a fábrica de motores divulgada em maio.

A linha de montagem dos propulsores está em instalação na Fábrica de Betim, onde são feitos os blocos atuais. Os motores deverão entregar 130 cavalos (cv) de potência e torque de aproximados 18 mkgf, para a versão três cilindros 1.0. Já a opção 1.3 deve ser capaz de desenvolver de 150 a 180 cv e torque de 25 mkgf.

AutoPapo apurou ainda que em breve será produzido um terceiro propulsor, ainda sem cilindrada definida. Esse último chegará mais tarde, mas com potência na faixa de 240 cv.

A expectativa é de que os novos conjuntos sejam adotados também em modelos da FCA já oferecidos no Brasil, como Fiat Argo, Cronos, Jeep Compass e Renegade.

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1 Comentário
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    Ney Verdandi 26 de agosto de 2019

    Bem que a Fiat poderia aproveitar a redução da alíquota de importação de motores de 18% para 3%, válida até dezembro/19; lançando inclusive em um modelo exclusivo como o Argo Sting. Serviria como parâmetro para medir a aceitação pelo mercado, e deixaria milhares de fãs da marca muito satisfeitos.

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