Saiu de linha? Não! Esses 10 carros esquecidos ainda estão à venda
Listamos uma dezena de modelos que muita gente pensa que deixaram de ser fabricados ou importados, mas que ainda resistem ao tempo
Com Alexandre Carneiro
Publicado em 15/09/2019 às 09h30
Atualizado em 11/08/2022 às 16h27
Você sabia que duas stations wagons compactas das antigas ainda são vendidas e fabricadas no Mercosul? Tinha ideia que a Lifan ainda vende sedã, que a SsangYong comercializa seus SUVs e que uma minivan grande coreana ainda não saiu de linha? Pois bem, são modelos que muita gente pensa que deixaram de ser fabricados e/ou importados, mas que continuam à venda e resistem ao tempo.
10 – Dodge Journey

A marca se mantém no mercado com um modelo único e veterano: o Journey. O SUV médio que gerou o “clone” Fiat Freemont estreou por aqui em 2008 e continua importado do México em versão única R/T por R$ 149.900. Chega com motor Pentastar 3.6 V6 de 280 cv, tração integral, central Uconnect com tela de 8,4” e capacidade para sete passageiros.
As vendas são feitas através da rede chamada CJDR (Chrysler, Jeep, Dodge e RAM), com 45 pontos, mas não ficam nem na sombra de Compass e Renegade: o modelo não figura entre os 40 utilitários esportivos mais vendidos do país.
9. Citroën AirCross

O AirCross sempre teve uma participação pequena no mercado. Ele ficou ele ficou ainda mais ofuscado depois que a Citroën lançou o C4 Cactus, há cerca de um ano. Muita gente pensa que o modelo saiu de linha, mas a fabricação no complexo de Porto Real (RJ) segue normalmente.
Atualmente, o crossover é vendido em três versões. Os preços começam em R$ 65.990 para a Live com câmbio manual de cinco marchas. Com transmissão automática de seis velocidades, o valor sobe para R$ 72.990. Há ainda a série especial 100 anos, por R$ 75.490. O motor é sempre um 1.6 16V, capaz de render até 122 cv de potência e 16,5 kgfm de torque.
8 – SsangYong Korando

Pois é, talvez a gente nem lembrasse que a marca sul-coreana ainda vendesse seus SUVs. Vende não só um, como três (tem ainda o Tivoli e o XVL), além da picape esquisitona Actyon Sports. Mas é o Korando o mais antigo em importação pela marca por aqui.
Esta segunda geração do modelo começou a ser comercializada em 2011 e até teve novidade no ano passado: o motor 2.2 turbodiesel de origem Mercedes-Benz que gera 178 cv de potência e torque de 41 kgfm entre 1.400 e 2.800 rpm. A tração é integral e custa entre R$ 130 mil e R$ 140 mil nas oito revendas da SsangYong existentes no país. Apesar do preço, não empolga em equipamentos.
7 – Kia Grand Carnival

Basicamente a única minivan média que ainda resiste no país, a Grand Carnival reina sozinha nesse segmento, o que não significa lá grandes coisas. Nos sete primeiros meses do ano, apenas 120 pessoas desembolsaram R$ 289.990 para levar o espaçoso carro, que tem portas deslizantes automáticas e sete lugares.
A lista de itens de série é farta e inclui equipamentos como ar automático trizona, bancos elétricos, sensor de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, carregador de celular sem fio, entre outros. O motor é um V6 3.3 a gasolina com 270 cv.
6 – Mitsubishi Lancer

A marca é referência em fora de estrada, mas o Lancer é um sedã emblemático, que sempre teve uma proposta mais arrojada dentro do segmento de médios. Só que o carro anda meio esquecido e só é vendido em duas versões, sendo a HL a de entrada por R$ 81.990. O motor é o 2.0 16V de 160 cv, usa suspensão multibraço na traseira e tem recheio esperado para a faixa de preço.
Se, por um lado, o modelo não saiu de linha, por outro, no ano, só soma pouco mais de 1.200 unidades vendidas e fica atrás de modelos como Nissan Sentra e até de exemplares de marcas de luxo, como Mercedes Classe C e Audi A3 Sedan.
5 – Subaru New XV

Tudo bem que a marca japonesa não tem um número grande de concessionárias (são apenas sete) e seus veículos mais famosos são o esportivo WRX e o SUV Forester. Porém, há outros utilitários, como o XV, importado desde 2012. Em 2018, o modelo até ganhou um up grade, depois que o motor 2.0 ganhou injeção direta e passou a gerar 156 cv.
Vendido por R$ 124.900, tem custo/benefício agressivo. É equipado com seis airbags, controles de estabilidade e tração, assistente de subidas e descidas, tração integral com bloqueio do diferencial central e câmera de ré. Mas é outro que nem figura entre os 40 SUVs mais comercializados: foram apenas 155 entregues entre janeiro e julho.
4 – Volkswagen SpaceFox

As stations wagons compactas resistem, inclusive na Argentina, de onde ainda vem a SpaceFox (lá, ela se chama Suran). Lançada em 2006, a perua sempre foi pragmática no mercado, com duas ou três versões, apesar de ter até tido uma curiosa configuração aventureira chamada SpaceCross.
Hoje, é vendida em opção única Trendline por R$ 66.190 e com o velho motor 1.6 EA111 de 104/101 cv. Sai de fábrica com o trivial ar, direção hidráulica e trio, além de som e chave tipo canivete. Vendeu 1.712 unidades entre janeiro e julho de 2019.
3 – Chevrolet Trailblazer

O maior SUV da GM no Brasil foi ficando parado no tempo, mas não saiu de linha: ainda é produzido especialmente para vendas diretas. Foram 1.872 emplacamentos no acumulado do ano.
É comercializado com duas opções de motor, ambas com tração 4×4 e sete lugares: o 3.6 V6 a gasolina de 279 cv (R$ 193.190) e 2.8 turbodiesel de 200 cv (R$ 235.990). Recebe controles de estabilidade e tração, alertas de colisão frontal e de saída de faixa, sensor de ponto cego, seis airbags, câmera de ré, sensores de estacionamento traseiro e dianteiro e central multimídia MyLink.
2 – Lifan 530

O sedã compacto é um dos mais baratos do seu segmento, mas pouca gente sabe disso. O chinês aparece em versão única Talent por R$ 43.990 no site da marca, mas na Fenabrave não há qualquer registro de venda do modelo este ano – o que pode explicar que os exemplares à venda ainda sejam 2017/18.
O motor 1.5 gera 103 cv, mas o carro é dotado de freios a disco nas quatro rodas. Tem o básico (ar, direção elétrica, trio, som etc), porém o visual é datado, inclusive na cabine com um reloginho digital que consegue ser mais vintage que o do antigo Corolla.
1 – Fiat Weekend

As peruas compactas estão em extinção, mas conseguem resistir em mais essa frente. Talvez você não saiba, mas a Weekend, ex-Palio Weekend, não saiu de linha. Ela ainda é produzida e “rivaliza” com a VW SpaceFox nesse segmento de dois carros. Foram 2.018 unidades comercializadas de janeiro a julho de 2019, com boa parte para vendas diretas e frotistas.
Mas não pense que, por isso, a station wagon é fabricada apenas na versão 1.4 Attractive por R$ 67.990. Se você quiser, pode levar a versão Adventure 1.8 com suspensão elevada, pneus de uso misto e os apliques estéticos dos aventureiros de butique. Custa R$ 85.990, só R$ 4 mil mais barato que um Jeep Renegade de entrada.
Fotos: Divulgação
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Olá! Tenho intenção em comprar um carro com mais de 20 anos para não ter que pagar IPVA; também não tenho recursos para comprar um 0Km. Gosto muito de sedãs médios, peruas e SUVs raiz. Sendo assim elaborei uma lista com alguns modelos que mais me agradam e gostaria de saber qual seria mais indicado. Dentre os sedãs médios tem o TOYOTA COROLLA BRAD PITT e o CHEVROLET VECTRA B (aquele com borrachões nas laterais, para choques e tampa do porta malas). Dentre as peruas, TOYOTA COROLLA FIELDER e CHEVROLET ZAFIRA e entre os SUVs raiz, a FORD RANGER e a CHEVROLET BLAZER. Qual dos dois sedãs é o melhor? E das peruas? E entre os SUVs? Dentre os 3 finalistas (1 sedã, 1 perua e 1 SUV), qual a melhor opção? Grato.
Gostaria que os senhores falassem sobre o Fiat Idea 1.4 e a linha Sporting que já pararam de ser fabricados .Outra pergunta, Renegade e a Toro não tem o mesmo motor etorque 1.8 da Fiat Idea Adventure ? Obrigado pela atenção Edson Santos
