Você comete pelo menos um destes 12 erros ao volante

Da chave presencial à recirculação do ar-condicionado, a má utilização destes componentes tem graves consequências

Por Bárbara Angelo17/03/19 às 10h00

Antes de mais nada, queremos dizer que não nos achamos os ases da pista nem os deuses da velocidade. Estamos todos suscetíveis a cometer estes erros ao volante. Só tente mantê-los em menor número possível, porque muitos deles têm consequências graves que devem ser consideradas.

1. Não se proteger do airbag

Existem muitos erros que podemos cometer ao dirigir um carro equipado com airbag, que se tornou obrigatório no Brasil em 2015. O primeiro deles é não ficar muito próximo da bolsa de ar para não se machucar com a tremenda violência com a qual ela infla.

Para o motorista, a distância mínima é de 20 centímetros do volante, e para o passageiro, de 40 centímetros do painel. Outro comportamento perigoso é o de portar objetos metálicos à frente do tórax, como uma caneta no bolso da camisa. Ela vai ser pressionada contra o corpo quando o airbag for ativado. Outro perigo é o passageiro colocar os pés sobre o painel: quando a bolsa se inflar…

Por fim, as mãos do motorista devem estar posicionadas horizontalmente opostas sobre o volante, para não serem atingidas pela bolsa. Quando é ativado, o airbag sai de seu compartimento a cerca de 300 km/h. Já houve, inclusive, um caso de morte como consequência desses erros ao volante.

Neste vídeo, Boris Feldman dá essas dicas com mais detalhes. E veja os próximos erros na página a seguir.

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5 Comentários
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    Rodrigo 17 de março de 2019

    Incrível que, mesmo depois de várias matérias citando esse assunto, ainda se passa a informação incorreta, ou, no mínimo, incompleta.
    Ao citar “…Contudo, isso só deve ser feito depois que o freio de mão foi acionado…” na dica sobre freio de mão em carros automáticos se deixa de citar importantes etapas (em maiúsculo);
    O correto é:
    – parar o carro e MANTER O PÉ NO FREIO
    – COLOCAR O CÂMBIO NO NEUTRO (N)
    – puxar o freio de mão
    – SOLTAR O PÉ DO FREIO CONVENCIONAL (ALIVIANDO O PESO DO CARRO DEVIDO AO ACLIVE/DECLIVE DO TERRENO) e,
    – somente depois colocar o câmbio em P (Park).
    Este roteiro é fundamental para evitar trancos na alavanca do câmbio que acabam em desgastes prematuros e desnecessários e já foi citado aqui em muitos tópicos sobre este tema, além de auxiliar os iniciantes neste tipo de caixa…

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      claudio 18 de março de 2019

      Perfeito Rodrigo este é o procedimento correto.

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    Leandro 18 de março de 2019

    Rodrigo, está correto o que vc disse, mas uma dúvia… Se puxar o freio de mão com a alavanca em D e soltar o freio convencional, ao colocar a alavanca em P ela vai obrigatoriamente passar pelo N, isso não seria suficiente? Valeu!

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      Rodrigo 18 de março de 2019

      Leandro, se puxar o freio de mão com a alavanca em D, ao soltar o freio convencional o carro vai continuar tentando se movimentar pra frente (por estar em Drive). Por não achar um procedimento “normal” de ser utilizado (D + mais freio de mão) não utilizo nem recomendaria, muito embora não tenha lido sobre esta prática.
      Quanto ao travamento da alavanca, teria de “testar” em ambas as situações, aclive e declive, para determinar se aquele pequeno movimento de deslocamento do peso do carro, dentro da tua sugestão e considerando a passagem pelo N antes de chegar ao P seria suficiente para “prender” a mesma.

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    Elver Catein Moraes 22 de março de 2019

    Parabéns pela matéria. Conteúdo excelente, contudo esse formato de página, onde tem que mudar a página para cada tópico é muito chato. Sabemos que é apenas para gerar mais propaganda. Por favor, respeite seus leitores.

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